27.2 C
Cachoeira do Sul
terça-feira, 18 fevereiro, 2020 - 09:36
Notícias de Cachoeira do Sul e Região
  • Inicio
  • DESTAQUES
  • Itamar chama Prefeitura de “corja” e vice procura significado no dicionário

Itamar chama Prefeitura de “corja” e vice procura significado no dicionário

Foto: Robson Vargas/Fan 96.5

Grupo de indivíduos grosseiros, vis, de má índole; canalha, súcia, malta. As palavras servem para descreverem um termo usado pelo vereador Itamar Luz (PSDB) durante a sessão da Câmara desta semana: corja. Foi assim que o também vice-presidente da Casa Legislativa fez referência para a Prefeitura de Cachoeira do Sul. O impacto foi tanto que o próprio parlamentar utilizou uma entrevista concedida nesta terça-feira (10) ao comunicador Carlos Simonetti, na Rádio Fandango, para tratar o assunto. “Usei a expressão para dizer que o prefeito não tem capacidade de gestão. Critiquei e critico a sua administração. Não tenho nada contra a pessoa dele, mas é um gestor ruim”, explicou Luz.

Ainda nesta terça-feira (10), o caso foi pauta de outra entrevista. Desta vez, o vice-prefeito de Cachoeira do Sul, Cleber Cardoso, foi questionado a respeito da delcaração do vereador. Durante o programa “Famintos”, da Fan FM 96.5, o vice-prefeito fez uso de seu celular para abordar o episódio. Ao ler os significados em uma pesquisa que fez na Internet ao vivo para a expressão “corja”, Cardoso destacou um dos sinônimos assinalados. “Má índole. Isso afeta a honra. Vou repassar para o nosso setor jurídico da Prefeitura”, completou. “O que importa é que 12 vereadores votaram a favor do servidor, pensando para o melhor de Cachoeira do Sul”, finalizou. Cardoso lembrou da votação durante a reunião da Câmara sobre o parcelamento do Fundo de Aposentadoria e Pensões dos Servidores (Faps). Por 12 votos a 3, o projeto da Prefeitura foi aprovado. Além de Luz, votaram contra os vereadores Telda Assis (PT) e Luis Paixão (PP).

Os parlamentares contrários ao projeto questionaram a veracidade de que o pagamento de salários aos servidores estaria em risco caso o parcelamento não fosse aprovado mais uma vez. Já a maior parte dos vereadores que votaram a favor da proposta justificou baseada no mesmo argumento.