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Cachoeira do Sul
quarta-feira, 11 dezembro, 2019 - 21:33
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Moça – Inteligência Emocional Feminina

Nós mulheres cada vez mais ganhamos espaços na sociedade, muitas vezes sacrificamos lares e temos uma ou mais profissões. Nos tornamos multifuncionais ou seja, a mulher multifacetada, aquela cujo termo versátil tem se tornado trivial.

Nesta trajetória rumo ao sucesso podemos perder a construção de nossa identidade ou seja o pertencimento do espaço conquistado e onde nos localizamos como também a harmonia familiar.
Como lidar com esta mulher que exerce várias funções, e sua feminilidade e a família? Como se manter ilesa a tantas mudanças na sociedade?

É possível sim ser feminina, linda, madura e continuar a prosperar em vários áreas da vida, preservando valores e inteligência emocional na contemporaneidade. A mulher emocionalmente inteligente não entra em movimentos radicais, confusos e imaturos porque estimamos o fato de sermos simplesmente feminina e emocionalmente maduras. Porque adoramos a nossa natureza feminina e a conduzimos da melhor forma possível. Sabemos que não é preciso agirmos como homens para ter um cargos superiores ou sermos respeitadas. Podemos ter cargos altos e ainda assim nos mantermos lindas e super femininas sem atitudes masculinizadas, isso também é um super poder. Lindo não?

É saudável fazermos tudo aquilo que nos deixa bem e com sentimentos de se sentir linda. Se você sente vontade de fazer uma cirurgia plástica? Faça. Sente a necessidade de comprar aquele vestido lindo? Compre. Pensa muito sobre fazer aquele curso ou voltar para a faculdade ? Inscreva-se. Sente desejo em ser mãe ? Engravide. Não coloque empecilhos. Não se sabote! Faça tudo o que desejar para lhe deixar mais linda e completa. É proibido não ser feliz. Mostre a que veio ao mundo.

Deixe a inibição de lado (claro que em algumas situações ela é muito bem-vinda ) coloque para fora seu lado perua, piriguete, chique, patricinha, Barbie, romântica e delicada. Todas nós temos várias delas em nosso íntimo. Tem gente que acha bonito ser feia e fica julgando e esteriotipando algumas mulheres que só desejam ser felizes e lindas a sua maneira. Ouça a sua essência. Você nasceu para brilhar. Não permita que ninguém a descaracterize. Mulheres com autoestima elevada, elevam outras mulheres, e isso é muito verdadeiro. Nenhuma mulher deve obrigar a outra mulher a ser algo que seja diferente de sua natureza interna. Fique linda e preserve a sua essência. Qualquer coisa diferente disso seria um assassinato na autoestima. O que é bom para uma, pode ser ruim para outra. Devemos nos unir e usar nossa inteligência emocional para ajudar outras mulheres a se valorizarem e a se amarem. Ao observar mulheres que se descuidam e caso elas pedirem ajuda, fazer isso de todo coração. Afinal, para a maioria de nós mulheres tudo o que desejamos é sermos lindas e com êxito profissional.

Não há nada de errado em mulheres que amam se cuidar. Quem ambicionam por um cargo melhor. A ambição saudável faz parte do processo de evolução. Quem não deseja melhorar de vida? Apenas quem está morta, paralisada em um mundo de devaneios irreais. Errado é depreciar uma mulher que “exagera” em se cuidar. Este seria o melhor dos excessos, sim, exagere nos cuidados da beleza e autoestima. Errado é tentar enquadra-las em algo que existe no mundo utópico e infantil que muitas mulheres julgam sendo o único e correto caminho.

É um caminho sem volta não agir com inteligência emocional. Não se cuidar. Qual o preço a pagar por ser descuidada? Quem sofrerá será nossa autoestima. O quão valiosa e importante você se considera? O ato de se cuidar é consequência daquilo que penso sobre mim e como eu me sinto, o investimento que penso que mereço em mim mesma, segundo o livro Plenitude Feminina.

Silvia Germanos