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Cachoeira do Sul
domingo, 29 março, 2020 - 08:32
Cachoeira do Sul e Região em tempo real

Filas para vacina contra a gripe só na US1 no centro

 

 

 

Idosos foram em grande número em busca da vacina. Fotos: Cacau Moraes

 

 

Em Cachoeira do Sul, a nova etapa da Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe, que começou nesta segunda-feira (22) registrou fila no início da manhã da Unidade Sanitária (US1), localizada no centro. Nas outras unidades, o movimento foi considerado normal, conforme a Secretaria de Saúde, que alerta aos portadores de doença crônica: todos devem apresentar comprovação.

A primeira fase da campanha, que teve início em 10 de abril, vacinou crianças, gestantes e puérperas. A partir desta segunda-feira está liberada a vacina para o restante do público-alvo.  Desta forma, podem receber a vacina trabalhadores da saúde, povos indígenas, idosos, professores de escolas públicas e privadas, pessoas com comorbidades e outras condições clínicas especiais, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas, funcionários do sistema prisional e pessoas privadas de liberdade.

De acordo com o ministério, 41,8 mil postos de vacinação estão à disposição da população. Além disso, 196,5 mil profissionais estão envolvidos, com a utilização de 21,5 mil veículos terrestres, marítimos e fluviais.

A doença

A influenza é uma doença sazonal, mais comum no inverno, que causa epidemias anuais, sendo que há anos com maior ou menor intensidade de circulação desse tipo de vírus e, consequentemente, maior ou menor número de casos e mortes.

No Brasil, devido a diferenças climáticas e geográficas, podem ocorrer diferentes intensidades de sazonalidade da influenza e em diferentes períodos nas unidades federadas. No caso específico do Amazonas, a circulação, de acordo com o ministério, segue o período sazonal da doença potencializado pelas chuvas e enchentes e consequente aglomeração de pessoas.

Até o fim de março, antes do lançamento da campanha, foram registrados 255 casos de influenza em todo o país, com 55 mortes. Até o momento, o subtipo predominante no país é influenza A H1N1, com 162 casos e 41 óbitos.