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Siprom não abre mão da cobrança do piso e vai pressionar Prefeitura

Sábado, 09 de Julho de 2016 às 16:56 por (cacau@grupofandango.com.br)
Elaine Paz, presidente do Siprom, não abre mão da cobrança do piso nacional. Foto: Arquivo

O magistério municipal luta desde 2008 para receber o piso nacional da categoria. A cobrança pelo pagamento é feita pelo Sindicato dos Professores (Siprom), que em 2016 já se reuniu duas vezes com o Governo Neiron, sem ter pelo menos uma perspectiva, a não a ser o percentual de aumento que é estendido sempre em janeiro aos outros servidores da Prefeitura.

Hoje o básico de um professor de 20 horas no município, segundo a presidente do Siprom, Elaine Netto Paz, é de R$ 918,48 (Área 1), enquanto o piso nacional para a mesma carga horária, está em R$ 1.067,82. A diferença é de R$ 92,10. Elaine Paz salienta que esta diferença já esteve bem menos. “No governo do ex-prefeito Sergio Ghignatti, era R$ 10,00”, disse ela, acrescentando que a defasagem com tempo foi aumentando o que preocupa a categoria.

O Siprom também já solicitou uma reposição salarial, que igualmente não foi atendida pelo Governo Neiron. De acordo com a presidente do sindicato, a falta de perspectiva angustia os professores, que por sua vez, pressionam a direção do Siprom. “Não vamos desistir, vamos continuar insistindo no cumprimento da lei do piso nacional”, afirmou Elaine Paz.

SEM DINHEIRO

A Prefeitura não tem dinheiro para pagar o piso nacional do magistério. Desde do início do atual governo, a resposta foi a mesma para a direção do Siprom e, em 2016, a situação financeira se agravou mais ainda. O prefeito Neiron Viegas salientou que os recursos arrecadados têm destino certo: pagar a folha do funcionalismo que está perto de R$ 4 milhões e os fornecedores. “Existe sim a preocupação com a situação do magistério, mas não podemos prometer aquilo que não poderemos cumprir”, observou.

  

TAG: Siprom, piso nacional, magistério
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