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GM, dívida do RS e transporte público em Cachoeira

Sábado, 12 de Agosto de 2017 às 10:18 por (igornoronhadefreitas@yahoo.com.br)

GM
Esta semana o RS viveu um marco histórico no seu desenvolvimento. R$ 1,4 bilhão de investimento da montadora no estado, gerando emprego, renda e oportunidades, graças aos valores do nosso estado, as medidas de incentivo do governo, mas principalmente à capacidade produtiva no nosso povo. Efeitos que transpõem as fronteiras de Gravataí, que agora é a principal montadora da marca na América Latina, e se espalham pelo estado;
 
Parcelamento de Salários
Quem, livre das amarras ideológicas, acredita que um empregador queira parcelar salários dos seus colaboradores? Apensar disso, a situação pela qual vem passando os servidores do estado é angustiante, afinal tem a ver com dignidade. Com sustento da família. Ao levantar a bandeira da responsabilidade, é de lembrar que esta mesma oposição, que acusa o governador, foi contra quando ele mandou proposta à Assembleia para repassar somente o que os demais poderes e órgãos independentes necessitam para seu funcionamento. Isto sobraria mais dinheiro e os parcelamentos seriam reduzidos;
 
Liminar na Dívida do RS
O governo Sartori suspendeu o pagamento de cerca de R$ 140 milhões referentes à prestação de julho da dívida com a União, valor este que foi transferido para o pagamento de uma parcela dos salários dos servidores do Executivo. A medida deu-se graças ao deferimento, pelo ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal nesta quarta-feira, dia 02, de liminar requerida pelo Estado do Rio Grande do Sul para suspender o pagamento das prestações mensais da dívida com o governo federal, assegurando também que não haverá bloqueio de repasses da União para o Rio Grande do Sul e que o Estado não será incluído em cadastros de inadimplência. A decisão do ministro será levada ao Pleno da corte para votação.
 
Peso
Com um Parlamento e um Judiciário que são os mais caros do mundo o Brasil reformista quer atingir à classe menos favorecida com suas medidas. Para o funcionamento das casas legislativas do Congresso Nacional, R$ 2 milhões por hora. Nas cortes, os togados (e seus assimilados) ganham, ainda que tenham casa própria, vergonhosos auxílios moradia de R$ 4 mil, fora a recorrente percepção muito acima do teto remuneratório. Julgam em causa própria. Só acredito em correção de distorções que atinjam a todos;
 
Transporte Público
Inevitavelmente deve ser repensado na cidade. A forma com que é prestado não atende à população, principal destinatária desse serviço público essencial, não está atendendo à concessionária que pede reajuste por estar trabalhando no vermelho e sabe-se já demandar na Justiça o município por conta de divergências na tabela de valores. À câmara de vereadores, como representantes do povo, coube assistir às explicações. Nossa legislação não prevê que a Casa tenha que deliberar sobre aumento de tarifa. A população, carente desses e outros tantos serviços, não aceita qualquer aumento;
 
Transporte Público II
Diz-se que os ônibus trafegam com poucos passageiros. Que levam tempo para cumprir seus itinerários, fazendo os usuários esperarem muito nas paradas. Entendo, salvo entendimento diverso, que linhas que abranjam pontos distantes da cidade contribuem para isso. Um método que privilegiasse a captação das pessoas nos bairros e trazê-los até o centro, tento neste um veículo que só fizesse as rotas centrais, sem a necessidade dos usuários pagarem duas passagens, poderia ser pensando.

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