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A besta humana

Terça-feira, 18 de Abril de 2017 às 11:09 por (julianasgn@gmail.com)

Em 1890, A Fera Humana, ou A Besta Humana, teve sua primeira publicação. La Betê humaine é uma obra da literatura clássica universal. Sua classificação naturalista, escrita por Émile Zola, tem como ideia central a batalha do maquinista de trem com relação a sua compulsão alcoólica, herdada do pai. Trava uma luta entre o domínio da própria hereditariedade e seus instintos, mantendo as forças do vapor, que movem a locomotiva. É um desafio e tanto.

Diante das notícias, nos últimos dias, fiquei pensando sobre a obra. Embora a besta mecânica seja humanizada, na medida em que a leitura do livro evolui, o controle é essencial. Dentre as noticiadas, foi o assédio sexual, envolvendo o ator José Mayer, uma das mais comentadas.

Ele foi considerado símbolo sexual. Interpretou, em novela, um homem rude. Mexeu, na época, com a libido feminina. Na atualidade, o título caiu por terra. O paradigma simbólico de machão foi-se. Nem a carta pedindo desculpas é capaz de minimizar a situação. Até porque não há o que minimizar, não é mesmo? O domínio da fera humana é urgente. Mesmo que a demonstração de masculinidade, em outros tempos - e na atualidade -, seja percebida nos moldes do ator, é praticamente universal a civilidade, embora em algumas culturas naturalizem-se atitudes nem um pouco humanizadas, conforme as veiculadas.

 

Cinto de segurança

O acidente ocorrido no domingo causou tristeza. Vidas foram interrompidas bruscamente. Mãe e filha. A alta velocidade, o tempo chuvoso, talvez as árvores muito próximas da pista. A pequena, no banco da frente, ambas sem cinto de segurança. Muitas análises após o acidente. Não cabe julgamentos, porém, refletir sobre nossas atitudes e seus desdobramentos, ao conduzir veículos, seja necessário.

 

Honestidade

Apesar do cenário político neste país e das últimas notícias sobre a Lava Jato, ainda tem muitas pessoas agindo honestamente. Se assim não fosse, o mundo estaria perdido de vez. Mas queremos um mundo melhor, não é mesmo? Pois bem, mesmo estando um tanto quanto massificado os desonestos, uma pessoa, ao manobrar o carro, dia destes, raspou em outro veículo estacionado. Deixou o contato. Tudo resolvido. Honestidade só faz bem.

 

Projeciologia

O neologismo projeciologia, proposto pelo medium, Dr. Waldo Vieira, em 1979, trata da consciência em tempo integral, fora do corpo. Em seu livro, Projeções da Consciência, os relatos do médico elucidam sobre projeciologia. Este livro faz parte do acervo da Biblioteca Pública Municipal. 

TAG: Juliana da Silva
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